"Quando recebemos a ligação informando que os dados poderiam ser disponibilizados novamente na íntegra e que poderíamos pegá-los, fiquei muito aliviado."
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Recuperar arquivos VIB encriptados por ransomware

A Digital Recovery é especialista na descriptografia de arquivos VIB afetados por ataques ransomware.

Arquivos VIB são componentes essenciais da estratégia de backup incremental do Veeam, contendo dados críticos e sensíveis das empresas. Quando um ataque ransomware atinge esses arquivos, não apenas o acesso imediato aos dados é bloqueado, mas toda a estratégia de recuperação de desastre da empresa pode ficar comprometida.

As causas mais comuns que levam à encriptação dos arquivos VIB incluem ataques direcionados por e-mails de phishing, vulnerabilidades não corrigidas nos servidores de backup, credenciais administrativas expostas ou comprometidas, além de falhas na segmentação e proteção das redes empresariais.

Empresas que dependem do Veeam Backup geralmente têm nesses arquivos incrementais (VIB) informações críticas que afetam diretamente sua continuidade operacional. Portanto, quando um ataque ransomware ocorre, os impactos financeiros e operacionais podem ser devastadores e imediatos.

A Digital Recovery está preparada para intervir rapidamente nesses cenários, oferecendo recuperação completa e segura dos seus arquivos VIB criptografados. Nossa equipe altamente especializada realiza uma análise minuciosa para identificar o tipo de ransomware envolvido e o grau de encriptação aplicada, utilizando técnicas avançadas de engenharia reversa e tecnologias proprietárias desenvolvidas exclusivamente para esses casos.

Independentemente da variante do ransomware, nosso objetivo é garantir uma recuperação rápida, preservando integralmente a integridade e confidencialidade dos dados restaurados. 

Fale com os nossos especialistas e inicie agora mesmo a descriptografia do seus arquivos VIB.

Por que a Digital Recovery?

A Digital Recovery utiliza uma tecnologia própria e exclusiva chamada TRACER, que permite a recuperação segura mesmo nos cenários mais complexos, especificamente adaptada para arquivos VIB criptografados. Além disso, contamos com um departamento emergencial especializado, disponível 24 horas por dia, incluindo fins de semana e feriados, para garantir agilidade no atendimento.

Nosso diagnóstico técnico é rápido, com prazo de realização em até 24 horas úteis, acelerando significativamente o tempo de recuperação dos seus dados. Mesmo diante de diagnósticos negativos realizados por outras empresas, nossa equipe técnica consegue oferecer uma alta taxa de recuperação bem-sucedida.

Para garantir segurança absoluta durante todo o processo, trabalhamos sob rigorosos acordos de confidencialidade (NDAs), respeitando integralmente as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Respostas dos nossos especialistas

Nossos arquivos VIB do Veeam foram criptografados por ransomware e não temos outro backup funcional. Ainda existe possibilidade de recuperação?

Em determinados casos, sim, mas a possibilidade precisa ser avaliada considerando toda a cadeia de backup, e não apenas um arquivo VIB isolado.

No Veeam Backup & Replication, o VBK armazena o full backup, enquanto arquivos VIB armazenam alterações incrementais posteriores. Esses arquivos fazem parte de uma backup chain utilizada para formar os diferentes restore points.

Se o ransomware atingiu o repositório e não existe outra cópia funcional, devem ser preservados todos os VBK, VIB e VBM disponíveis, inclusive arquivos aparentemente danificados.

A possibilidade de recuperação depende do dano concreto encontrado na cadeia, da extensão das alterações, do storage, dos restore points afetados e de procedimentos executados depois do incidente. A presença de arquivos criptografados, por si só, não permite concluir nem sucesso nem perda definitiva.

O que devemos fazer imediatamente depois de descobrir que os backups Veeam foram afetados?

A prioridade é conter o ataque e preservar o repositório e os arquivos de backup no estado em que foram encontrados.

A CISA recomenda isolar os sistemas afetados e manter backups offline, destacando que operadores de ransomware frequentemente procuram backups acessíveis para criptografá-los ou excluí-los e dificultar a restauração.

No ambiente Veeam, preserve especialmente:

  • arquivos VBK, VIB e VBM;
  • toda a estrutura de diretórios do backup;
  • repositórios e volumes relacionados;
  • restore points ainda acessíveis;
  • eventuais Backup Copy Jobs e cópias secundárias;
  • ransom note e extensões adicionadas;
  • informações sobre versão do Veeam e workloads protegidos;
  • registros das operações executadas após o ataque.

Quando possível, trabalhe com cópias dos dados afetados. A única cadeia remanescente não deve ser utilizada como ambiente experimental.

O que devemos evitar fazer com os arquivos VIB, VBK e o repositório após o ataque?

Evite excluir manualmente arquivos da cadeia, sobrescrever os backups afetados ou executar operações destrutivas sobre a única cópia disponível.

A própria Veeam alerta que arquivos individuais não devem ser removidos manualmente da backup chain porque um restore point depende do full backup e dos incrementais necessários para chegar ao estado desejado. Se um arquivo dessa sequência estiver ausente, determinados restore points podem deixar de ser utilizáveis.

Também é recomendável cautela com comandos como Remove from disk, recriações de repositório e novas gravações intensivas sobre um storage no qual arquivos tenham sido excluídos.

Se for necessário testar importação, health check ou outros procedimentos administrativos do Veeam, preserve primeiro uma cópia adequada do material relevante. O objetivo é evitar que uma tentativa de correção modifique um cenário que posteriormente precisará ser submetido a recuperação especializada.

Um arquivo VIB pode ser restaurado sozinho ou ele depende do VBK e dos outros incrementais?

Normalmente, um VIB não deve ser tratado como um backup autônomo. Ele faz parte de uma cadeia.

No método forward incremental do Veeam, a sequência começa com um arquivo VBK, que representa o full backup, e continua com arquivos VIB, que registram alterações incrementais em relação aos restore points anteriores.

Para chegar a determinado restore point, o Veeam precisa dos componentes relevantes da cadeia. A documentação do Veeam Backup Validator é particularmente clara: para validar um backup incremental, deve-se informar a cadeia completa desde o VBK até o incremental que se deseja validar.

Por isso, durante um incidente de ransomware, não envie ou preserve apenas o último VIB. O VBK correspondente, VIBs intermediários e VBM disponíveis podem ser igualmente importantes para a avaliação.

De que dependem as chances de recuperar uma cadeia Veeam afetada por ransomware?

As chances dependem do dano concreto encontrado na cadeia e no repositório, não apenas do nome do ransomware.

Entre os fatores relevantes estão o número de VBKs e VIBs afetados, posição dos arquivos danificados na cadeia, existência de outros full backups, disponibilidade dos restore points anteriores, tamanho dos arquivos, padrão da criptografia, arquivos excluídos, condição do repositório e novas gravações realizadas depois do ataque.

A estrutura da cadeia também importa. Full backups ativos ou sintéticos podem iniciar novas sequências de incrementais, dividindo uma cadeia longa em séries menores.

Além disso, a Veeam observa que os dados necessários para representar um restore point podem estar distribuídos por diversos arquivos da cadeia.

Por isso, dois incidentes atribuídos à mesma família de ransomware podem apresentar possibilidades de recuperação completamente diferentes.

É possível recuperar dados de arquivos VIB sem a chave ou um decryptor do ransomware?

Em determinados cenários, uma recuperação técnica pode ser avaliada mesmo quando não existe uma chave ou decryptor aplicável.

Descriptografar um arquivo e recuperar dados de um ambiente danificado não são necessariamente o mesmo problema técnico. Se existir uma ferramenta de descriptografia confiável para aquela variante específica, ela pode representar uma alternativa. Quando não existe, ainda pode fazer sentido avaliar profissionalmente a condição da backup chain e do storage.

Isso não significa que qualquer VIB criptografado possa ser recuperado sem a chave. Alguns cenários podem permitir apenas resultados parciais e outros podem não oferecer uma alternativa tecnicamente viável.

A Digital Recovery analisa cada caso individualmente. O objetivo inicial é determinar a condição real de VBK, VIB, VBM, restore points e repositório antes de estabelecer expectativas sobre recuperação.

Devemos pagar o resgate ou avaliar primeiro a recuperação técnica dos backups Veeam?

Quando os backups Veeam representam a última fonte disponível dos dados, é recomendável conhecer primeiro as alternativas técnicas existentes antes de considerar o pagamento como única possibilidade.

Uma chave fornecida pelo atacante não garante, por si só, que todos os restore points voltarão a funcionar. Uma cadeia pode apresentar arquivos excluídos, corrupção adicional, VIBs ausentes ou problemas no próprio storage.

Ao mesmo tempo, também não se deve presumir que uma recuperação profissional será possível sem uma análise.

Por isso, recuperação de dados, Incident Response e eventual negociação são disciplinas distintas. A equipe de resposta ao incidente deve cuidar da contenção e segurança do ambiente, enquanto especialistas em recuperação avaliam a condição dos dados e backups afetados.

A decisão sobre resgate também deve considerar aspectos jurídicos, regulatórios, securitários e de compliance aplicáveis à organização.

Um VIB intermediário foi criptografado ou desapareceu. Os restore points posteriores ainda funcionam?

Em uma cadeia dependente daquele VIB, os restore points posteriores podem se tornar indisponíveis.

A Veeam documenta explicitamente que, quando existe um restore point ausente em uma backup chain, não é possível restaurar os dados daquele ponto nem dos restore points que dependem dele. A cadeia passa a ser considerada corrompida a partir dessa dependência.

Imagine, por exemplo, uma sequência formada por VBK → VIB1 → VIB2 → VIB3. A ausência de um elemento intermediário pode afetar não somente a data correspondente àquele VIB, mas também pontos posteriores que precisam dele.

Isso torna particularmente importante preservar todos os arquivos encontrados após um ataque. Não exclua um VIB apenas porque o console do Veeam já não consegue utilizá-lo. Para recuperação especializada, o cenário deve ser avaliado antes de qualquer descarte definitivo.

O VBK foi danificado, mas alguns VIBs continuam intactos. Esses incrementais ainda podem ajudar?

Eles devem ser preservados, mas VIBs posteriores normalmente dependem do full backup que inicia aquela cadeia.

A documentação do Veeam define a backup chain como uma sequência formada pelo full backup e pelos incrementais associados. Para restaurar uma VM a um ponto específico, é necessária a sequência de arquivos correspondente.

Isso significa que VIBs aparentemente íntegros não devem ser interpretados automaticamente como backups autônomos capazes de substituir um VBK danificado.

Por outro lado, um ambiente pode possuir mais de um full backup. Active full e synthetic full criam novos VBKs e passam a servir como novos pontos de partida para incrementais posteriores.

Portanto, antes de concluir que toda a cadeia foi perdida, é importante mapear todos os VBKs, VIBs e restore points existentes.

O arquivo VBM foi excluído ou corrompido pelo ransomware. Isso significa que a cadeia Veeam foi perdida?

Não necessariamente. O VBM é importante para os metadados e gerenciamento da cadeia, mas sua ausência não significa automaticamente perda dos dados existentes em VBK e VIB.

A Veeam define o VBM como o arquivo de metadados que contém informações sobre o backup, workloads processados, estrutura dos arquivos e restore points. Ele facilita operações como importação e backup mapping.

Quando o VBM está disponível, a importação normalmente é mais rápida. Entretanto, a documentação do Veeam também prevê importação manual utilizando o VBK quando o VBM não está disponível.

Portanto, após ransomware, preserve os VBM existentes, mas não conclua que VBK/VIB são inúteis apenas porque o metadata file foi perdido. É necessário avaliar a estrutura restante da cadeia e o estado efetivo de seus arquivos.

Como diferenciar a criptografia normal do Veeam de um arquivo VIB criptografado por ransomware?

A criptografia configurada no próprio Veeam e a criptografia aplicada posteriormente por ransomware são situações diferentes.

Veeam Backup & Replication pode proteger os backups legitimamente por meio de criptografia configurada no job, usando password ou KMS. Nesses casos, o próprio Veeam gerencia as chaves necessárias para leitura e restauração dos backups.

Ransomware, por outro lado, altera os arquivos ou sua disponibilidade fora do processo normal de proteção do Veeam.

Essa distinção é importante durante uma recuperação. A equipe técnica deve informar se o backup já utilizava criptografia nativa antes do ataque e preservar passwords, KMS, Enterprise Manager e demais recursos relacionados disponíveis.
A Veeam também documenta mecanismos específicos para importação e descriptografia de backups legitimamente criptografados.

O ransomware excluiu, truncou ou deixou alguns arquivos VIB com tamanho anormal. Ainda vale analisá-los?

Sim. Exclusão, truncamento e criptografia são tipos diferentes de dano e precisam ser avaliados separadamente.

Um VIB que desapareceu da cadeia pode tornar determinados restore points indisponíveis; a própria Veeam documenta o impacto de backup files ausentes sobre pontos dependentes.

Se o arquivo foi excluído do repositório, o storage onde ele estava passa a ser especialmente relevante. Novas gravações, recriação de volumes ou outros procedimentos podem modificar o cenário existente.

Arquivos com tamanho inesperado, conteúdo aparentemente vazio ou apenas parcialmente acessível também devem ser preservados junto com o VBK, VBM e demais VIBs relacionados.

Não é possível determinar apenas pelo tamanho do arquivo se existe material recuperável. A análise precisa considerar simultaneamente o arquivo afetado, sua posição na backup chain e a condição do storage subjacente.

Últimos insights dos nossos especialistas

O que você precisa saber

Nesse cenário, a análise precisa considerar tanto a estrutura Veeam quanto a camada de storage onde os backups estavam armazenados.

Um VIB pode estar logicamente associado a uma cadeia correta, mas o NAS, SAN, RAID, filesystem ou servidor de repositório pode ter sofrido criptografia, exclusão ou corrupção durante o mesmo incidente.

A Veeam recomenda arquiteturas com backups imutáveis justamente para impedir que arquivos sejam excluídos ou modificados por malware ou por um atacante. Hardened Repositories Linux são uma das opções previstas pela própria plataforma para essa finalidade.

Quando a proteção não existia ou também foi comprometida, preserve informações sobre discos, volumes, RAID, shares, extents e repositórios.

A Digital Recovery pode avaliar tanto os arquivos da backup chain quanto a estrutura de storage relacionada quando o cenário exige uma análise conjunta.

Não. O nome da família ajuda a contextualizar o incidente, mas não determina sozinho como uma cadeia Veeam foi danificada nem suas chances de recuperação.

Qilin, DragonForce e LockBit permanecem operações relevantes no cenário de ransomware de 2026, enquanto INC Ransom também segue ativo. Pay2Key voltou a apresentar atividade e variantes recentes em 2026. Mimic é uma família conhecida por comportamento voltado à rápida enumeração e criptografia de arquivos.

Há uma relação particularmente bem documentada entre Akira e Veeam Backup & Replication: o advisory conjunto de FBI/CISA de novembro de 2025 relata exploração de vulnerabilidades em servidores Veeam não atualizados.

Ainda assim, variante, configuração, afiliado, tamanho dos arquivos, padrão de criptografia e ações realizadas contra o repositório podem produzir danos diferentes em cada incidente.

Sim. Em incidentes grandes, a prioridade operacional deve ser informada antes da análise e do projeto de recuperação.

Controladores de domínio, ERP, bancos SQL Server, aplicações financeiras, file servers, sistemas de produção e outras VMs podem apresentar níveis de criticidade muito diferentes.

É útil preparar uma relação contendo:

  • nome da VM ou workload;
  • criticidade operacional;
  • último restore point desejado;
  • tamanho aproximado;
  • VBK e VIBs relacionados;
  • dependências entre sistemas;
  • existência de outras cópias;
  • banco de dados ou aplicação existente dentro da VM.

A Veeam trabalha com restore points que representam estados específicos das workloads, e em formatos atuais cada workload pode inclusive possuir sua própria backup chain.

A Digital Recovery pode considerar essa prioridade empresarial ao estruturar a análise, sem presumir que criticidade e complexidade técnica sejam necessariamente iguais.

O restore convencional deve ser a primeira opção quando a cadeia Veeam está íntegra. Recuperação profissional entra em cena quando o próprio material necessário para o restore foi danificado.

Administradores, MSPs e prestadores de TI desempenham um papel essencial na operação do Veeam, Incident Response, reconstrução da infraestrutura e restauração dos sistemas.

O Veeam possui mecanismos próprios de restore, importação, health check e validação de backups. O health check, por exemplo, utiliza verificações de integridade sobre metadados e data blocks dos restore points.

Porém, quando VBK, VIB, VBM ou o próprio repositório foram criptografados, excluídos ou danificados e esses procedimentos convencionais não conseguem mais produzir um restore funcional, passa a existir um problema especializado de recuperação de dados.

A Digital Recovery atua exatamente nessa camada, podendo trabalhar em conjunto com o MSP ou administrador responsável pelo ambiente.

O processo é dividido em duas etapas principais: análise técnica e, posteriormente, recuperação dos dados.

Etapa 1 — Análise técnica

O primeiro passo é entrar em contato por telefone com a Digital Recovery. São coletadas informações sobre o ransomware, versão do Veeam, VBK, VIB, VBM, restore points, workloads e repositórios envolvidos. Depois é definida a forma adequada de disponibilizar o material.

Ao final da análise, o cliente recebe uma avaliação das possibilidades identificadas e uma proposta comercial para o projeto de recuperação.

Etapa 2 — Recuperação

Após a contratação, o trabalho é executado com base no cenário identificado.

A Digital Recovery utiliza, entre suas tecnologias especializadas, o Tracer, tecnologia proprietária destinada à análise e recuperação de ambientes digitais afetados por ransomware.

A modalidade de análise e o prazo dependem do volume, da estrutura da backup chain, do tipo de repositório e da condição dos arquivos.

Normalmente são úteis informações como:

  • versão do Veeam Backup & Replication;
  • tipo e versão do ransomware, quando conhecidos;
  • ransom note e extensão adicionada;
  • lista e tamanho de VBK, VIB e VBM;
  • restore points prioritários;
  • erros apresentados pelo Veeam;
  • resultado de testes ou health checks já executados;
  • tipo de repositório e filesystem;
  • existência de cópias secundárias ou imutáveis;
  • uso de criptografia nativa do Veeam;
  • VMs, bancos e aplicações prioritários.

Conforme o cenário, arquivos, cópias de storage ou acesso remoto tecnicamente apropriado podem ser considerados.

Uma estimativa confiável de prazo só deve ser estabelecida após a análise técnica, pois a quantidade e dependência dos restore points podem alterar significativamente a complexidade.