"Quando recebemos a ligação informando que os dados poderiam ser disponibilizados novamente na íntegra e que poderíamos pegá-los, fiquei muito aliviado."
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Recuperar Oracle encriptados por ransomware

A Digital Recovery é especialista em descriptografar ransomware

O serviço de descriptografia do banco de dados Oracle oferecido pela Digital Recovery tem como objetivo principal recuperar totalmente as informações críticas da sua empresa após um ataque ransomware. Quando seus dados são criptografados, você perde acesso imediato a informações vitais, impactando severamente as operações, a produtividade e a reputação da sua organização.

A Digital Recovery utiliza técnicas proprietárias avançadas para reverter a criptografia aplicada ao seu banco Oracle. Esse método permite a recuperação segura das suas informações sem que você precise realizar pagamentos aos cibercriminosos ou correr riscos adicionais negociando diretamente com eles.

Nossos especialistas realizam primeiro uma análise detalhada do cenário, identificando a variante do ransomware envolvida e a extensão dos danos sofridos pelo banco de dados Oracle. Em seguida, definimos uma estratégia personalizada para recuperar seus dados rapidamente e com total segurança, minimizando qualquer impacto adicional às operações da empresa.

Principais causas da criptografia de bancos Oracle por ransomware:

  • Vulnerabilidades não corrigidas: Falta de aplicação regular de patches de segurança disponibilizados pela Oracle, deixando o sistema aberto à exploração por criminosos.

  • Credenciais comprometidas: Uso de senhas fracas ou credenciais expostas que permitem o acesso indevido aos bancos de dados Oracle.

  • Phishing e ataques direcionados: E-mails falsificados e técnicas de engenharia social utilizadas para obter acesso indevido ao sistema, permitindo a instalação do ransomware.

Por que a Digital Recovery?

A Digital Recovery é reconhecida internacionalmente pela excelência na recuperação e descriptografia de dados críticos. Contamos com ferramentas exclusivas, desenvolvidas internamente, capazes de lidar com todas as variantes de ransomware que afetam bases de dados MS SQL Server, incluindo aquelas mais recentes e complexas.

Nossa equipe técnica é composta por profissionais altamente qualificados e experientes na recuperação de dados encriptados por ransomware, garantindo a aplicação das melhores práticas e o sucesso do processo em tempo recorde.

Entendemos a urgência das situações críticas enfrentadas por nossos clientes. Por isso, oferecemos atendimento emergencial 24/7, com início imediato após a contratação, garantindo o menor tempo possível de indisponibilidade.

Garantimos total confidencialidade e segurança das informações durante todo o processo. Nossa metodologia é segura e não invasiva, cumprindo rigorosamente as normas internacionais de proteção e privacidade de dados.

Com atuação global, a Digital Recovery é capaz de prestar suporte remoto eficiente e seguro, independentemente da localização da sua empresa.

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Respostas dos nossos especialistas

Nosso Oracle Database foi criptografado por ransomware e não temos backup funcional. Ainda existe possibilidade de recuperação?

Em determinados casos, sim, mas um Oracle Database precisa ser analisado como um conjunto de componentes interdependentes, e não apenas como um arquivo criptografado.

Oracle utiliza datafiles para armazenar os dados, control files para registrar a estrutura física do database e redo logs para registrar alterações. Na recuperação convencional, datafiles restaurados podem precisar dos archived e online redo logs correspondentes para alcançar um estado consistente.

Depois de ransomware, a ausência de um RMAN backup restaurável não determina automaticamente perda total. Datafiles existentes, redo disponível, control files, cópias secundárias, Data Guard e storage relacionado podem alterar o cenário.

Da mesma forma, a simples existência desses componentes não garante recuperação. É necessária uma análise técnica do ambiente afetado.

O que precisamos preservar imediatamente em um ambiente Oracle atingido por ransomware?

Preserve todas as fontes que possam participar de uma recuperação antes de reconstruir ou reutilizar o storage comprometido.

Em Oracle, isso pode incluir:

  • datafiles;
  • control files;
  • online redo logs;
  • archived redo logs;
  • RMAN backup pieces e image copies;
  • Fast Recovery Area;
  • SPFILE/PFILE;
  • TDE wallet ou keystore;
  • cópias Data Guard;
  • Oracle ASM disk groups e discos relacionados;
  • ransom note e arquivos afetados.


A Oracle documenta que RMAN utiliza datafiles, control files, archived redo logs e outros elementos de recuperação, enquanto a FRA pode concentrar RMAN backups, archive logs, control file autobackups e database copies.
Também recomendamos isolar imediatamente sistemas atingidos e preservar evidências antes da recuperação.

O Oracle não monta ou não abre depois do ataque. Isso significa que o banco foi perdido?

Não. A incapacidade de executar MOUNT ou OPEN é um sintoma, não uma conclusão sobre quanto dado ainda existe.
Um ransomware pode deixar o Oracle indisponível por motivos diferentes: control files inacessíveis, datafiles ausentes, headers inválidos, redo necessário indisponível, storage desmontado ou arquivos fundamentais alterados.

O próprio Oracle prevê diferentes procedimentos conforme o tipo de arquivo perdido. Por exemplo, a ausência de um control file válido pode impedir a inicialização normal, enquanto determinados datafiles podem precisar ser restaurados ou submetidos a media recovery.

Por isso, os códigos ORA apresentados após o incidente são importantes para o diagnóstico, mas não devem ser interpretados isoladamente como “database irrecuperável”.

Registre os erros e preserve o estado original dos arquivos antes de realizar operações corretivas sobre a única cópia existente.

Alguns datafiles .dbf foram criptografados ou ficaram ilegíveis. O restante do banco ainda pode ser aproveitado?

O impacto depende de quais datafiles foram afetados, a quais tablespaces pertencem e quais componentes de recuperação ainda existem.

Datafiles armazenam o conteúdo persistente dos tablespaces. Em uma recuperação Oracle convencional, RMAN pode restaurar datafiles perdidos ou danificados e aplicar redo ou backups incrementais para avançá-los no tempo.

Um database com apenas parte dos datafiles afetados, portanto, representa um cenário diferente de um ambiente no qual todos os arquivos e backups foram destruídos.

Também importa se os arquivos pertencem a SYSTEM, SYSAUX, UNDO, tablespaces de aplicações ou outras áreas do banco.

Depois de ransomware, preserve inclusive datafiles que o Oracle identifica como inválidos ou que não podem ser colocados online. Uma avaliação séria precisa considerar os arquivos em conjunto com control files, redo, backups e storage.

Os control files foram criptografados ou excluídos. Qual é o impacto para a recuperação do Oracle?

Control files são componentes críticos porque descrevem a estrutura física do database, incluindo datafiles e redo logs.

Todo Oracle Database possui control file, e a Oracle recomenda múltiplas cópias em dispositivos diferentes justamente para reduzir o risco de perda.

Se uma cópia permanece íntegra, o cenário pode ser muito diferente daquele em que todas foram comprometidas. A documentação da Oracle informa que a perda de algumas cópias não necessariamente exige restore do control file quando outra permanece válida. Já restaurar um control file a partir de backup pode exigir media recovery do database e abertura com RESETLOGS, conforme o cenário.

Por isso, procure e preserve todas as cópias existentes, inclusive control file autobackups do RMAN e arquivos eventualmente disponíveis na Fast Recovery Area.

Online redo logs ou archived redo logs foram afetados. Isso limita até onde o banco pode ser recuperado?

Pode limitar. Os redo logs são fundamentais para levar datafiles restaurados até um estado mais recente e consistente.
Online redo logs registram mudanças realizadas no database. Quando esses logs são arquivados, os archived redo logs podem posteriormente ser utilizados pelo RMAN durante media recovery.

Na recuperação completa, a disponibilidade da sequência necessária de redo pode ser determinante. Quando isso não é possível, eventualmente pode existir um ponto anterior até o qual uma recuperação é tecnicamente possível, dependendo dos backups e logs disponíveis.

O impacto também varia conforme o database operava em ARCHIVELOG ou NOARCHIVELOG.

Portanto, não descarte archived logs antigos ou online redo files aparentemente danificados. O objetivo deve ser primeiro mapear quais sequências, backups e datafiles existem e somente então definir as opções reais.

Os backups RMAN e a Fast Recovery Area também foram atingidos. Ainda vale analisar os arquivos da produção?

Sim. Um RMAN backup inutilizável elimina uma rota convencional de restore, mas não transforma automaticamente os arquivos da produção em irrelevantes.

A Fast Recovery Area pode concentrar RMAN backups, control file autobackups, archived redo logs e database copies. Consequentemente, um ransomware que alcança a FRA pode atingir vários recursos de recuperação de uma só vez.

Nesse cenário, devem ser inventariados separadamente:

  • Produção: datafiles, control files e redo.
  • Recuperação: RMAN backup pieces, image copies, archived logs e autobackups.
  • Outras fontes: Data Guard, storage snapshots, cópias em fita ou outros repositórios.

Mesmo um backup que o RMAN atualmente não consegue restaurar deve ser preservado para avaliação. O mesmo vale para os arquivos atuais do database, principalmente quando não existe uma cópia mais recente em outro ambiente.

Temos um Oracle Data Guard standby que parece intacto. Ele pode ser a melhor fonte para recuperação?

Pode ser uma fonte extremamente importante e deve ser avaliado antes de ser alterado ou reintegrado ao ambiente comprometido.

Um physical standby do Oracle Data Guard mantém uma cópia fisicamente consistente do primary database e recebe mudanças por meio de redo, que são aplicadas pelo Redo Apply.

Depois de ransomware, a equipe deve verificar:

  • se o standby também foi acessado pelo atacante;
  • seu último estado consistente;
  • eventual redo gap;
  • se alterações destrutivas realizadas dentro do database foram replicadas;
  • se o storage do standby permaneceu isolado;
  • quais aplicações dependem dele.
 

Um ataque que criptografa arquivos diretamente no sistema operacional do primary não deve ser confundido com uma alteração lógica registrada pelo Oracle.

Antes de realizar failover, reiniciar sincronização ou reconstruir o standby, preserve o estado relevante para avaliação.

O banco usa Oracle ASM e o disk group também foi afetado. O problema precisa ser analisado no nível do storage?

Sim. Em Oracle ASM, o estado do disk group pode ser tão importante quanto o estado lógico do database.

Oracle ASM funciona como volume manager e filesystem específico para Oracle e pode armazenar datafiles, control files, online e archived redo logs, SPFILE, RMAN backups e outros componentes. Os arquivos são distribuídos pelos discos que compõem cada disk group.

Consequentemente, um incidente envolvendo ASM pode ocorrer em duas camadas:

Oracle Database — quais arquivos e estruturas estão utilizáveis.

ASM/storage — quais disk groups, discos, allocation units e dispositivos permanecem acessíveis.

Se o problema também alcançou SAN, RAID ou dispositivos físicos subjacentes, copiar apenas alguns .dbf encontrados pode não representar todo o cenário.

A Digital Recovery pode considerar conjuntamente a camada de banco e a infraestrutura de armazenamento quando essas dependências fazem parte do incidente.

Últimos insights dos nossos especialistas

O que você precisa saber

Porque recuperar os datafiles não elimina a necessidade das chaves utilizadas pelo Transparent Data Encryption.

No Oracle TDE, as master encryption keys ficam armazenadas externamente em um keystore, que pode ser um Oracle Wallet ou outro mecanismo suportado. A Oracle preserva inclusive chaves históricas no keystore porque elas podem ser necessárias para acesso a backups criptografados mais antigos.

A documentação de RMAN também determina que, durante media recovery de um database ou tablespace criptografado, o Oracle keystore precisa estar aberto.

Por isso, depois de ransomware, preserve:

  • ewallet.p12 e outros wallets disponíveis;
  • auto-login wallet, quando existente;
  • backups do keystore;
  • senhas;
  • Oracle Key Vault, se utilizado;
  • documentação de TDE.

Um datafile fisicamente presente não substitui as chaves necessárias para interpretar dados protegidos por TDE.

Sim, a arquitetura Oracle permite diferentes níveis de recuperação, e a prioridade comercial deve ser informada desde o início.

RMAN suporta recuperação do database completo, datafiles, tablespaces e também cenários de point-in-time recovery. Em ambientes multitenant, existem operações específicas para recuperação de PDBs, além de recursos como Tablespace Point-in-Time Recovery.

Em um incidente, portanto, o cliente deve identificar o que realmente precisa voltar primeiro:

uma PDB de produção;
tablespaces associados ao ERP;
banco financeiro;
determinados schemas ou aplicações;
database completo.

Isso não significa que qualquer objeto possa ser extraído isoladamente de um ambiente criptografado. A dependência entre os componentes continua precisando ser analisada.

Mas a definição de prioridade evita tratar sistemas históricos ou de teste com o mesmo peso de uma base diretamente responsável pela continuidade operacional.

Exclusão e truncamento são cenários diferentes de simples criptografia e aumentam a importância do storage subjacente.

Se um datafile desapareceu do filesystem ou de um volume, o problema pode envolver tanto o Oracle quanto a camada que armazenava esse arquivo. O mesmo vale para RMAN backup pieces ou archived redo logs apagados durante o incidente.

A Oracle trata perda de datafiles como um cenário específico de media recovery e prevê restore a partir de backups quando eles existem.

Quando não há backup funcional, novas gravações no filesystem, SAN, NAS ou RAID podem alterar o estado dos dados excluídos.

Por isso, evite recriar desnecessariamente arquivos com os mesmos nomes ou reutilizar intensivamente o volume comprometido antes da preservação. A análise deve considerar o arquivo ausente, sua função no database e o dispositivo que anteriormente o armazenava.

Principalmente do dano concreto encontrado no ambiente, e não da marca do ransomware na ransom note.

Em Oracle, os principais fatores incluem:

  • quais datafiles foram atingidos;
  • estado dos control files;
  • disponibilidade e sequência de redo;
  • RMAN backups e image copies;
  • FRA;
  • TDE e keystore;
  • Data Guard;
  • ASM e storage subjacente;
  • arquivos excluídos;
  • tamanho e padrão de alteração dos arquivos;
  • ações realizadas após o incidente.
 

Oracle Database é especialmente dependente da relação entre esses componentes. Media recovery, por exemplo, combina datafiles restaurados com redo ou incrementais para avançar o estado do banco.

Assim, duas empresas atacadas pela mesma família podem apresentar perspectivas completamente diferentes.

Somente depois da análise é possível fazer uma avaliação responsável da viabilidade e do possível escopo.

Em determinados cenários, uma recuperação técnica pode ser avaliada mesmo quando não existe um decryptor aplicável à variante.

Isso ocorre porque descriptografia do ransomware e recuperação de dados são problemas distintos.

A existência de um decryptor válido pode oferecer uma rota para reverter a criptografia. Quando ele não existe, especialistas em recuperação podem avaliar a condição técnica remanescente do database, backups e storage e determinar se existe outro caminho possível.

Isso não significa que um Oracle Database possa sempre ser recuperado sem a chave. Dependendo do padrão e extensão do dano, a recuperação pode ser parcial ou tecnicamente inviável.

Também é importante não confundir a chave do ransomware com o TDE keystore do próprio Oracle. Em databases protegidos por TDE, essas chaves legítimas continuam sendo necessárias independentemente do incidente de ransomware.

Não. Nenhuma dessas famílias deve ser usada isoladamente para prever a recuperabilidade de um Oracle Database.

No segundo trimestre de 2026, Qilin, DragonForce, Akira, LockBit e INC estavam entre as operações de ransomware com maior número de vítimas publicadas. Pay2Key também permanece ativo como RaaS relacionado ao ecossistema Mimic.

Para Oracle existe ainda um contexto adicional importante: Cl0p realizou uma campanha de exploração em massa contra Oracle E-Business Suite por meio da CVE-2025-61882. A Oracle confirmou que essa vulnerabilidade permitia exploração remota sem autenticação nas versões afetadas do EBS.

Entretanto, Oracle E-Business Suite e Oracle Database não são a mesma entidade. Identificar o ator ou vetor de acesso não substitui a análise dos datafiles, redo, backups e storage efetivamente atingidos.

Quando o banco é crítico e os backups falharam, conhecer primeiro as alternativas técnicas disponíveis melhora a qualidade da decisão.

Mesmo que o atacante forneça um decryptor, isso não garante automaticamente um Oracle Database consistente. Podem continuar existindo datafiles excluídos, control files danificados, problemas em redo, ASM, FRA, TDE ou storage.

Por outro lado, uma recuperação independente também não deve ser presumida como possível sem análise.

O FBI continua desaconselhando o pagamento de ransomware e ressalta que pagar não garante a devolução dos dados.

Por isso, é útil separar três decisões:

Incident Response — conter e erradicar o ataque.

Recuperação de dados — determinar o que tecnicamente pode ser recuperado.

Negociação — decisão jurídica, financeira, securitária e empresarial sobre o atacante.

Quando os próprios componentes necessários para realizar o restore convencional estão criptografados, excluídos ou tecnicamente danificados.

DBAs, Oracle specialists, MSPs e empresas de TI são fundamentais para administrar RMAN, Data Guard, ASM, reconstruir servidores e validar o database depois da restauração.

Quando existe um RMAN backup íntegro e redo suficiente, o caminho normal é utilizar os procedimentos suportados pelo Oracle. RMAN foi criado precisamente para restaurar datafiles, control files e archived redo logs e realizar media recovery.

A situação muda quando o RMAN não encontra uma fonte restaurável, backups e datafiles foram criptografados, arquivos foram excluídos ou o storage também foi comprometido.

Nesse ponto existe um problema especializado de recuperação de dados.

A Digital Recovery atua nessa camada e pode trabalhar em conjunto com o DBA, MSP ou equipe Oracle responsável pelo retorno posterior à produção.

O processo começa pela avaliação do ambiente concreto e é dividido em análise técnica e recuperação.

Etapa 1 — Análise técnica

O primeiro passo é entrar em contato por telefone com a Digital Recovery. São levantados versão e arquitetura do Oracle, datafiles, control files, redo, RMAN/FRA, ASM, Data Guard, TDE, storage, ransomware identificado e sistemas prioritários.

Conforme o caso, a análise pode envolver disponibilização de arquivos, mídias ou acesso remoto apropriado.

Ao final, o cliente recebe uma avaliação das possibilidades de recuperação e uma proposta comercial para o projeto.

Etapa 2 — Recuperação

Após a contratação, o trabalho é realizado com base no cenário encontrado.

Entre os recursos especializados utilizados está o Tracer, tecnologia proprietária da Digital Recovery aplicada à análise e recuperação de ambientes digitais afetados por ransomware, inclusive Oracle.

O prazo depende da condição e complexidade identificadas na análise.