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Recuperar Arquivos VHD e VHDx
Departamento dedicado que pode funcionar 24 horas exclusivamente para recuperação de dados em sistemas VHD e VHDx.
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Recuperar VHD e VHDx
Após a criação das máquinas virtuais um mundo de novas possibilidades veio a existência. Nos pilares desta inovação estão os sistemas que gerenciam as máquinas virtuais e os arquivos que contém os dados das máquinas virtuais.
Os maiores player do mercado atualmente são a VMware, Hyper-V, Xen Server, RedHat VM e Virtual Box. Os arquivos que iremos falar neste texto (VHD e VHDx) são os arquivos criados e gerenciados pelo Hyper-v da Microsoft.
Os arquivos VHD e VHDx são arquivos de máquinas virtuais (Hyper-v) criados pela Microsoft. Estes arquivos possuem uma complexa estrutura para armazenamento e leitura de dados que em muitos casos conseguem superar a velocidade de um disco rígido.
Ou seja, um arquivo VHD ou VHDx armazenado em um disco rígido, além de proporcionar bastante flexibilidade aos gestores de TI ainda podem funcionar melhor e mais rápido do que se os dados estivessem gravados no próprio disco onde os mesmos estão armazenados.
Existem inúmeras vantagens em usar uma máquina virtual ao invés de um HD físico. Dentre elas podemos citar a criação de discos virtuais com alocação de espaço dinâmico. Isso significa que podemos ter uma máquina virtual com dezenas de Terabytes porém ocupando o espaço em disco equivalente as informações contidas na máquina.
Na prática isso significa que um VHDx com uma partição de 10Tb que possuir somente 1Tb de dados alocados, irá ocupar apenas 1Tb em disco.
Isso proporciona uma otimização e economia de espaço sem precedentes, fazendo com que storages e demais sistemas de armazenamento de dados sejam utilizados de forma plena, pois nenhuma máquina ou servidor irá alocar mais espaço do que o espaço realmente necessário para as suas atividades.
Estes arquivos (máquinas virtuais) podem ser desde uma simples estação de trabalho até servidores de alto desempenho. A arquitetura destes arquivos (VHD e VHDx) são muito bem elaborados e raramente se ouve algum tipo de reclamação sobre eles.
Porém como qualquer outro tipo de arquivo, fatores externos podem resultar na perda de dados e demais problemas que impactarão diretamente em informações sensíveis do usuário.
Estes arquivos (máquinas virtuais) podem ser desde uma simples estação de trabalho até servidores de alto desempenho. A arquitetura destes arquivos (VHD e VHDx) são muito bem elaborados e raramente se ouve algum tipo de reclamação sobre eles.
Porém como qualquer outro tipo de arquivo, fatores externos podem resultar na perda de dados e demais problemas que impactarão diretamente em informações sensíveis do usuário.
Por que a Digital Recovery?
A Digital Recovery é uma empresa especializada em recuperar dados em máquinas virtuais. Caso você tenha recebido a triste notícia de um diagnóstico negativo, nós temos total interesse em analisar o seu caso.
Desenvolvemos tecnologias em softwares e hardwares que nos capacitam a atuar com precisão e agilidade nos processos de avaliação e recuperação dos dados na principais máquinas virtuais do mercado, como: VMware, VirtualBox, Hyper-V, XenServer, RedHat, entre outras. A criação destas tecnologias fizeram com que a Digital Recovery seja única em várias frentes de serviços.
Uma de nossas tecnologias denominada Tracer é capaz de automatizar inúmeros processos analisando milhões de informações reduzindo o tempo de realização de serviços de várias semanas para algumas horas.
Somos uma empresa 100% brasileira com filial em Hamburgo, na Alemanha. Outras parcerias para troca de informações e compartilhamento de tecnologias são realizadas entre empresas que estão em países como Estados Unidos, Rússia e Ucrânia.
Caso os seus dispositivos de armazenamento de dados estejam em algum lugar do mundo onde ainda não temos laboratório, temos tecnologia para avaliar e recuperar o seu banco de dados remotamente. Se este é o seu caso, por favor, nos consulte.
Caso você necessite também podemos fornecer um acordo de confidencialidade (NDA – Non-Disclosure Agreement) em um idioma de sua preferência. Fale com um de nossos especialistas.
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Respostas dos nossos especialistas
Em caso de corrupção ou falha, qual sistema de arquivos oferece melhores possibilidades de recuperação de dados: NTFS ou ReFS?
Não existe uma resposta absoluta, pois as possibilidades de recuperação dependem do tipo e da extensão do incidente. O ReFS (Resilient File System) foi desenvolvido pela Microsoft com maior foco em resiliência e integridade dos dados, contando com mecanismos capazes de detectar corrupções e, em determinadas configurações, corrigi-las automaticamente.
O NTFS, por outro lado, é um sistema de arquivos mais antigo e amplamente utilizado, com mecanismos consolidados de verificação e reparo, como o CHKDSK e recursos de autorreparação.
Do ponto de vista da prevenção e tolerância a corrupções, o ReFS apresenta vantagens sobre o NTFS. Porém, quando ocorre uma corrupção severa da estrutura do sistema de arquivos, a possibilidade de recuperação dos dados depende de diversos fatores, como quais metadados foram afetados, se houve sobrescrita de dados, a configuração do armazenamento e as características específicas do incidente.
Por isso, não é correto afirmar que um dos dois sistemas de arquivos sempre possui maior índice de recuperação. Cada caso precisa ser analisado individualmente.
O CHKDSK é recomendado quando há risco de perda de dados?
O CHKDSK (Check Disk) é uma ferramenta nativa do Windows desenvolvida para verificar e corrigir erros lógicos e físicos relacionados ao sistema de arquivos. Com parâmetros como /f e /r, ele pode realizar alterações diretamente na estrutura do volume para tentar restaurar sua consistência.
No entanto, do ponto de vista da recuperação de dados, o uso do CHKDSK exige cautela. O objetivo principal da ferramenta é reparar o sistema de arquivos e tornar o volume novamente consistente e utilizável, e não preservar todas as informações necessárias para uma posterior recuperação de arquivos.
Durante esse processo de correção, estruturas corrompidas podem ser alteradas, referências a arquivos podem ser reconstruídas ou descartadas e, dependendo do problema existente, essas modificações podem dificultar uma recuperação posterior dos dados.
Por esse motivo, quando existem arquivos importantes em um disco, volume ou VHDX corrompido, o mais seguro é evitar procedimentos de reparo que façam alterações no sistema de arquivos antes de realizar uma análise especializada ou criar uma cópia/imagem do dispositivo.
Na experiência da Digital Recovery, o CHKDSK pode ser útil para corrigir problemas de sistema de arquivos quando a prioridade é voltar a utilizar o volume, mas não deve ser tratado como uma ferramenta de recuperação de dados quando a preservação dos arquivos é o objetivo principal.
O que fazer a partir do momento que identifiquei algum problema no ambiente Hyper-V?
Ao identificar uma falha em um ambiente Hyper-V, principalmente quando há máquinas virtuais inacessíveis, arquivos VHDX corrompidos ou suspeita de perda de dados, a prioridade deve ser preservar o estado atual do ambiente e evitar alterações desnecessárias.
Evite criar novos arquivos, formatar volumes, excluir snapshots/checkpoints, executar ferramentas de reparo ou realizar procedimentos diretamente sobre os arquivos VHDX afetados. Comandos de correção do sistema de arquivos, como o CHKDSK, também devem ser utilizados com cautela, pois podem modificar estruturas importantes para uma posterior recuperação dos dados.
Sempre que possível, preserve os arquivos VHDX, AVHDX e demais componentes relacionados à máquina virtual, além das informações sobre a configuração do ambiente. Caso exista suspeita de falha no armazenamento físico, também é recomendável interromper operações que possam gerar novas gravações nos discos afetados.
Quando os dados armazenados nas máquinas virtuais são importantes, a abordagem mais segura é realizar uma análise do ambiente antes de qualquer tentativa de reparo. Em casos de corrupção ou perda de dados, uma empresa especializada pode avaliar os discos virtuais e o armazenamento subjacente para determinar a estratégia de recuperação com menor risco de agravamento do problema.
O que são os arquivos com extensão .AVHDX?
Os arquivos .AVHDX (Automatic Virtual Hard Disk) são discos diferenciais criados pelo Hyper-V quando um checkpoint de uma máquina virtual é gerado. Eles trabalham em conjunto com o arquivo VHDX principal e passam a armazenar as alterações realizadas nos dados a partir daquele ponto.
Enquanto o checkpoint estiver ativo, o VHDX original funciona como disco base e as novas alterações são gravadas no arquivo AVHDX. Caso existam vários checkpoints, pode ser formada uma cadeia de arquivos AVHDX dependentes entre si.
Por esse motivo, arquivos AVHDX não devem ser excluídos, renomeados ou manipulados manualmente. A quebra dessa cadeia pode impedir a inicialização da máquina virtual ou causar perda de acesso aos dados.
Em situações de corrupção ou perda de dados em ambientes Hyper-V, é importante preservar tanto os arquivos VHDX quanto os AVHDX, pois ambos podem ser necessários para reconstruir corretamente o estado mais recente do disco virtual.
Em quais situações é recomendado criar um checkpoint que gere um arquivo AVHDX?
A criação de um arquivo AVHDX ocorre quando é criado um checkpoint no Hyper-V. Esse recurso pode ser útil antes de alterações importantes na máquina virtual, como atualizações de sistema, instalação de softwares, mudanças de configuração ou procedimentos de manutenção que possam precisar ser revertidos.
Os checkpoints permitem retornar a máquina virtual a um estado anterior caso alguma alteração cause problemas. No entanto, eles não devem ser utilizados como substitutos de backup, nem mantidos por longos períodos sem necessidade, pois podem aumentar o consumo de espaço e tornar a cadeia de discos virtuais mais complexa.
Em ambientes de produção, a criação de checkpoints deve ser planejada e utilizada de forma temporária, especialmente em sistemas que armazenam dados críticos.
Por quanto tempo devo manter um checkpoint e seu arquivo AVHDX ativo?
O ideal é que um checkpoint e seu arquivo AVHDX permaneçam ativos pelo menor tempo possível, preferencialmente por um período de até 24 horas.
O checkpoint deve ser criado para uma finalidade específica, como uma atualização, alteração de configuração ou manutenção, e removido assim que for confirmado que a máquina virtual está funcionando corretamente.
Manter arquivos AVHDX ativos por períodos prolongados pode aumentar o consumo de espaço em disco, ampliar a cadeia de discos diferenciais e tornar o ambiente mais complexo. Em caso de falha no armazenamento ou corrupção dos arquivos, uma cadeia extensa de AVHDX também pode dificultar o processo de recuperação dos dados.
Por isso, como boa prática, recomendamos revisar e remover checkpoints desnecessários em até 24 horas, sempre que as condições do ambiente permitirem. Checkpoints não devem ser utilizados como substitutos de uma estratégia adequada de backup.
Um checkpoint do Hyper-V pode substituir um backup?
Não. Um checkpoint do Hyper-V não substitui um backup.
O checkpoint registra o estado da máquina virtual em determinado momento e depende dos arquivos e do armazenamento original para funcionar corretamente. Se houver corrupção, exclusão acidental, falha no storage, ataque de ransomware ou perda dos arquivos VHDX e AVHDX, o checkpoint também pode ser afetado.
Um backup, por outro lado, deve manter uma cópia independente dos dados, preferencialmente em outro dispositivo, sistema ou local de armazenamento.
Por isso, checkpoints devem ser utilizados como um recurso temporário para facilitar testes, atualizações e alterações de configuração, enquanto o backup deve fazer parte da estratégia permanente de proteção e recuperação dos dados.
É possível recuperar os dados se houver um problema no VHDX antes da consolidação dos arquivos AVHDX?
Sim, em muitos casos ainda é possível recuperar os dados, mesmo que os arquivos AVHDX não tenham sido consolidados ao VHDX principal.
Quando existem checkpoints ativos, os dados mais recentes da máquina virtual podem estar distribuídos entre o arquivo VHDX base e um ou mais arquivos AVHDX. Por isso, a recuperação pode exigir a reconstrução correta de toda a cadeia de discos diferenciais.
As chances de recuperação dependem do estado do VHDX, dos arquivos AVHDX, da integridade da cadeia de checkpoints e do tipo de falha ocorrida. Se parte dessa estrutura estiver corrompida ou ausente, o processo pode se tornar mais complexo, mas isso não significa necessariamente que os dados estejam perdidos.
Nessa situação, é importante não excluir, renomear, mover ou tentar consolidar manualmente os arquivos VHDX e AVHDX. Também é recomendável evitar novas gravações no armazenamento afetado.
Para uma análise adequada, todos os arquivos relacionados à máquina virtual devem ser preservados, pois eles podem conter partes essenciais para reconstruir o estado mais recente dos dados.
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O que você precisa saber
Em quais situações a Digital Recovery pode ajudar na recuperação de ambientes com máquinas virtuais Hyper-V?
A Digital Recovery pode atuar em diferentes cenários de perda de dados envolvendo ambientes Microsoft Hyper-V, tanto quando o problema está nos arquivos das máquinas virtuais quanto no armazenamento onde esses arquivos estão hospedados.
Entre os casos mais comuns estão corrupção de arquivos VHDX e AVHDX, falhas durante a consolidação de checkpoints, exclusão acidental de máquinas virtuais, perda ou quebra da cadeia de discos diferenciais, corrupção do sistema de arquivos e falhas em storages, servidores, RAID, SAN ou NAS.
A Digital Recovery também atua em casos de ransomware, incluindo situações em que arquivos VHDX, AVHDX, volumes de armazenamento ou servidores Hyper-V foram criptografados pelo ataque. Dependendo do cenário, pode ser possível recuperar dados a partir de estruturas ainda preservadas, arquivos parcialmente afetados, discos virtuais ou do próprio sistema de armazenamento.
Também é possível analisar ambientes em que a máquina virtual deixou de inicializar, o disco virtual não pode mais ser montado ou determinados arquivos e pastas armazenados dentro da VM ficaram inacessíveis.
Cada caso exige uma análise específica para identificar quais estruturas ainda estão disponíveis e definir a estratégia mais segura para recuperação. Ao perceber um problema, é recomendável evitar alterações no ambiente, preservar todos os arquivos VHDX e AVHDX existentes e reduzir ao máximo novas gravações no armazenamento afetado.
Em caso de ransomware, como enviar os arquivos para a Digital Recovery realizar um diagnóstico avançado?
Em casos de ransomware, a Digital Recovery pode realizar um diagnóstico avançado dos arquivos afetados para avaliar as possibilidades de recuperação.
Dependendo do volume de dados e da estrutura do ambiente, os arquivos podem ser disponibilizados para análise por meio de transferência segura pela internet, utilizando recursos como SharePoint ou SFTP, ou enviados em um dispositivo de armazenamento físico.
Em ambientes Hyper-V, é importante preservar e enviar, sempre que possível, os arquivos VHDX, AVHDX e demais arquivos relacionados à máquina virtual afetada, mantendo a estrutura original e evitando alterações, renomeações ou tentativas de reparo.
Quando o volume de dados for muito grande ou houver limitações para transferência pela internet, os dados podem ser copiados para discos ou outros dispositivos de armazenamento e enviados fisicamente para a Digital Recovery.
Em casos excepcionais, quando o envio ou a transferência dos dados não for viável, a equipe técnica da Digital Recovery também poderá avaliar a possibilidade de realizar um acesso remoto controlado ao ambiente, desde que existam condições técnicas e de segurança adequadas para o procedimento.
Antes de qualquer envio ou acesso remoto, recomendamos entrar em contato com a equipe técnica da Digital Recovery. A partir das características do incidente, do volume de dados e do tipo de ransomware, serão fornecidas as orientações mais adequadas para a realização do diagnóstico avançado com segurança.
Quais informações devo fornecer a Digital Recovery para aumentar as chances de recuperação dos dados?
Quanto mais informações forem fornecidas sobre o ambiente e sobre o incidente, melhor será a compreensão do cenário e a definição da estratégia de recuperação.
É importante informar o que aconteceu antes da perda de acesso aos dados, quando o problema foi identificado e quais procedimentos foram realizados posteriormente. Tentativas de reparo, execução de comandos como CHKDSK, restauração de snapshots, consolidação de checkpoints, alterações em RAID ou storage e outras intervenções devem ser relatadas.
Em ambientes Hyper-V, também é importante informar a quantidade de máquinas virtuais afetadas, a estrutura dos arquivos VHDX e AVHDX, a existência de checkpoints, o sistema de arquivos utilizado, a configuração do storage e, quando disponível, como os discos virtuais estavam organizados antes do incidente.
Em casos de ransomware, informe a extensão adicionada aos arquivos criptografados, o nome do ransomware caso seja conhecido, a mensagem ou nota de resgate, a data aproximada do ataque e se existem arquivos originais e criptografados correspondentes. Essas amostras podem ser importantes durante a análise.
Também recomendamos informar quais arquivos, pastas, bancos de dados ou máquinas virtuais são prioritários, permitindo que a equipe da Digital Recovery concentre o diagnóstico nos dados mais importantes.
Mesmo informações que inicialmente pareçam pouco relevantes podem ajudar na reconstrução do cenário. Por isso, quanto mais detalhado for o histórico do incidente, melhores serão as condições para realizar um diagnóstico preciso e definir as possibilidades de recuperação.
Após a recuperação dos dados, como é feito o processo de homologação dos dados?
Caso a recuperação seja aprovada, como esses dados recuperados serão entregues?
Durante a homologação dos dados, poderemos rodar ferramentas para se certificar que não existe nenhum resquício do ransomware no ambiente?
O que acontece com os dados recuperados que estão de posse da Digital Recovery após a entrega efetiva do projeto?
Após a entrega efetiva do projeto e a conclusão da homologação, será realizado um processo de wipe no ambiente dedicado utilizado para o projeto do cliente, eliminando os dados recuperados e demais informações armazenadas nessa infraestrutura durante a execução do trabalho. Dessa forma, o ambiente é higienizado após o encerramento do projeto, seguindo os procedimentos internos de segurança e proteção das informações.