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Tecnologia para trazer seus dados de volta!
Descriptografar ransomware BigLock
Teve arquivos encriptados pelo ransomware BigLock? Nossas soluções especializadas permitem descriptografar suas informações com eficiência.
- Mais de 25 anos de experiência
- Presente em 7 países
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Recuperar arquivos ransomware BigLock
Se você foi afetado pelo ransomware BigLock, é fundamental agir imediatamente para recuperar seus arquivos.
O ransomware BigLock possui o potencial de comprometer uma ampla gama de dados confidenciais. Os criminosos podem se aproveitar de vulnerabilidades, brechas na segurança, ataques por tentativa e erro, credenciais vazadas, entre outras técnicas.
O BigLock foi criado especificamente para evitar detecção por sistemas de proteção, como antivírus e firewalls. Ele fica silenciosamente infiltrado no ambiente por dias ou até mesmo semanas, buscando atingir um volume significativo de dados, inclusive backups conectados à rede. A encriptação dos arquivos só é executada quando o ransomware atinge o máximo possível de dados críticos.
O propósito dessa movimentação na rede, além de comprometer o máximo possível de informações, é diminuir as chances de recuperação sem realizar o pagamento do resgate. Os hackers buscam gerar um cenário de caos, aumentando a pressão sobre a vítima para que realize o pagamento, na expectativa de recuperar os dados através da descriptografia.
As instituições governamentais desaconselham o pagamento do resgate, pois isso serve como estímulo para os hackers continuarem agindo. Além do mais, não há garantia alguma de que as informações serão realmente recuperadas ou que a chave de descriptografia seja funcional.
Grande parte dos grupos criminosos realiza ataques por meio de terceiros, no que se convencionou chamar de tática RaaS (Ransomware as a Service). Essa prática adiciona uma camada adicional de complexidade na negociação do resgate, considerando que em diversos grupos existem disputas internas que podem interferir no fornecimento da chave de descriptografia.
Nós, da Digital Recovery, lidamos há muitos anos com a recuperação de dados encriptados por ransomware e sabemos que a recuperação é sempre a melhor opção, seja pelo backup interno da empresa ou por meio de soluções de terceiros, como as que nós oferecemos.
Nossas ferramentas especializadas têm ajudado organizações ao redor do mundo, independentemente do porte ou localização, proporcionando economia expressiva ao eliminar a necessidade do pagamento do resgate aos hackers.
Podemos auxiliar sua empresa com soluções especializadas para descriptografar arquivos bloqueados pelo ransomware BigLock.
Por que escolher a Digital Recovery para descriptografar ransomware BigLock?
A seleção de um parceiro confiável após um ataque ransomware é decisiva para garantir resultados rápidos, seguros e bem-sucedidos. A Digital Recovery destaca-se mundialmente por fornecer soluções exclusivas que aliam tecnologias inovadoras a uma ampla experiência no enfrentamento de ataques cibernéticos sofisticados.
- Tecnologia Exclusiva (TRACER): Nossa tecnologia proprietária, TRACER, permite a recuperação de dados encriptados pelo ransomware BigLock, apresentando alta taxa de sucesso mesmo em cenários extremamente complexos.
- Equipe altamente especializada: Nossa equipe é formada por especialistas certificados e altamente experientes em casos reais de ransomware, oferecendo uma abordagem técnica e estratégica adaptada às particularidades de cada incidente.
- Experiência global comprovada: Com presença internacional há mais de 25 anos, nossa empresa atende clientes em mercados estratégicos como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal, Brasil e América Latina, disponibilizando suporte eficiente, em diversos idiomas e adaptado às regulamentações específicas de cada região.
- Confidencialidade garantida: Todos os nossos serviços estão em conformidade com as leis de proteção de dados vigentes. Disponibilizamos acordos de confidencialidade (NDA) rigorosos, oferecendo segurança jurídica total às empresas afetadas.
- Soluções personalizadas: Nossas soluções são desenvolvidas para se adaptar aos principais dispositivos de armazenamento, incluindo servidores, storages (NAS, DAS e SAN), sistemas RAID de todos os níveis, bancos de dados, máquinas virtuais, fitas magnéticas, entre outros.
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Respostas dos nossos especialistas
O ataque do ransomware BigLock normalmente ocorre em várias etapas bem definidas:
- Infiltração silenciosa: Inicialmente, o ransomware se infiltra por meio de campanhas de phishing, enviando e-mails fraudulentos ou anexos maliciosos às vítimas. Outra abordagem habitual é explorar vulnerabilidades técnicas existentes em sistemas defasados, como falhas de segurança em softwares ou conexões remotas desprotegidas (RDP).
- Mapeamento e neutralização de backups: Depois da infiltração inicial, o ransomware faz um mapeamento detalhado da rede interna, buscando arquivos estratégicos e backups disponíveis ou conectados online, visando neutralizar esses backups e impedir uma recuperação rápida.
- Encriptação massiva dos arquivos: Logo após identificar os dados estratégicos, o ransomware rapidamente realiza a criptografia. Normalmente, arquivos essenciais como bancos de dados, sistemas ERP, máquinas virtuais e sistemas RAID são afetados, tornando impossível o acesso às informações.
- Extorsão financeira: Logo após a criptografia dos dados, os hackers deixam uma nota exigindo pagamento do resgate. Normalmente, as instruções incluem comunicação por plataformas seguras ou sites na dark web, solicitando pagamentos em criptomoedas para evitar que sejam rastreados.
Quanto custa descriptografar ransomware BigLock?
A definição exata do custo para descriptografar arquivos afetados pelo ransomware BigLock depende diretamente da extensão e complexidade técnica do ataque.
Geralmente, o custo é influenciado diretamente por fatores como o volume dos dados afetados, o tipo de sistema atingido (servidores, storages, máquinas virtuais ou bancos de dados) e a disponibilidade de backups íntegros.
Para dar início imediato ao processo e receber uma proposta detalhada, entre em contato com nossa equipe especializada e solicite o diagnóstico inicial. Converse com um de nossos especialistas.
Quanto tempo leva a recuperação dos dados?
O período necessário para restaurar os arquivos pode apresentar variações expressivas dependendo das particularidades do ataque. Habitualmente, o processo leva de alguns dias até algumas semanas, com tempo exato influenciado por fatores como a quantidade de dados criptografados, a complexidade do ataque, o tamanho da rede afetada e a qualidade dos backups existentes.
Assim que realizarmos o diagnóstico inicial, que ocorre dentro das primeiras 24 horas úteis após o seu contato, forneceremos uma estimativa precisa e detalhada sobre o prazo necessário para completar com sucesso a recuperação dos seus arquivos.
Existe alguma garantia na recuperação dos dados?
Devido à natureza técnica dos ataques por ransomware, nenhuma empresa responsável pode prometer 100% de garantia antecipada da recuperação integral dos dados. Cada ataque possui particularidades técnicas próprias, como diferentes algoritmos de criptografia e métodos utilizados pelos criminosos.
Ainda assim, a Digital Recovery emprega soluções inovadoras e exclusivas, especialmente a tecnologia proprietária TRACER, que garante um índice elevado de sucesso na recuperação dos dados afetados por ransomware.
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O que você precisa saber
Como prevenir um ataque do ransomware BigLock?
A prevenção de um ataque ransomware BigLock requer uma ampla estrutura de cibersegurança, mas isso não é tudo, vamos listar pontos importantes que é preciso ter atenção.
Organização – Ter uma documentação do parque de TI ajuda muito no processo de prevenção, além da organização de redes e computadores. É importante desenvolver regras para que novos funcionários compreendam a política da empresa sobre a instalação e uso de programas nos computadores.
Senhas fortes – As senhas devem ser fortes contendo mais de 8 dígitos, normais e especiais. Além disso, é importante não utilizar a mesma senha para várias credenciais.
Soluções de segurança – Um bom antivírus deve ser instalado e mantido atualizado, assim como o sistema operacional. É fundamental ter um Firewall e endpoints para manter o sistema protegido.
Cuidado com emails suspeitos – Campanhas de emails spam são uma das formas mais comuns de invasão utilizadas por grupos hackers. É essencial criar uma política de segurança e conscientizar os colaboradores a não baixarem arquivos anexados enviados por emails desconhecidos.
Políticas eficientes de backups – Os backups são fundamentais para qualquer eventual incidente, mas mesmo com esse papel essencial muitas empresas o negligenciam ou criam um cronograma de backup não efetivo. É importante criar uma rotina consistente de atualização dos backups e não manter backups apenas online. A melhor estrutura de backup é a 3x2x1, que é 3 backups, 2 onlines e 1 offline.
Cuidados com programas não oficiais – Embora programas pagos possam ser caros, eles são um bom investimento e são mais seguros do que programas não oficiais. Há muitos programas pagos disponíveis na internet, mas é importante evitar programas gratuitos que possam ser uma porta de entrada para futuros ataques hackers. É importante investir em programas oficiais, que podem ser mais caros, mas são muito mais seguros e confiáveis. Dessa forma, a empresa evita possíveis vulnerabilidades de segurança e protege seus dados e sistemas.
Qual o meio de acesso mais utilizado pelos hackers para invadir os ambientes?
São várias as estratégias empregadas pelos criminosos, as principais são: Downloads de arquivos infectados, links maliciosos, ataques via RDP, Phishing, campanhas de emails spam, entre outros.
Todas elas possuem o mesmo intuito, acessar o sistema da vítima sem que ela perceba, para isso os ransomware se camuflam no sistema para não serem detectados por sistemas de defesa. Nas táticas que dependem da ação de um usuário, é aplicado táticas de phishing para que a vítima, sem perceber, baixe o ransomware no sistema.
Existe algum comportamento do meu servidor, que eu possa analisar, para saber se estou sendo atacado por Ransomware?
Um consumo alto de processamento, memória e acesso a disco, são comportamentos suspeitos, nos quais precisam ser investigados a fundo, para assim, avaliar se existe algum ataque em andamento.
Entre eles, estão o aumento no consumo de recursos de processamento, memória e acesso a disco, que podem indicar a execução da encriptação ou da exfiltração de dados pelo malware.
Também é possível detectar o ataque pela alterações feitas nas extensões dos arquivos, esse tipo de detecção é um pouco mais complexa, pois, para isso, o processo de encriptação já terá sido iniciado.
O que acontece se eu não pagar o resgate?
Uma vez que os dados são encriptados pelo ransomware, a única forma de recuperá-los é pagando o resgate exigido pelo grupo criminoso. Entretanto, não há garantia de que os dados serão liberados, além disso, o pagamento pode encorajar o grupo a continuar com seus ataques.
Em alguns casos, o grupo utiliza a tática de dupla extorsão, em que além da encriptação dos dados originais, todos os arquivos são copiados e extraídos para serem divulgados publicamente caso o resgate não seja pago. Nessas situações, a formatação da máquina afetada acaba sendo a única alternativa para recuperar a segurança do sistema.